“En briserrateur”
Aquela voz falando na minha cabeça
sem controle.
Aquela voz repetindo o que eu leio
sem permissão.
Aquela voz reapreciando o que escuto
até estragar.
Aquela voz que procura às cegas
sem comedimento.
Aquela voz enunciando meu fluxo
depensamento
,em tempo real:
aquela voz desanimada,
do começo ao fim.
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