"Três quartas partes do país"
-Diga, Tião...
-Oi?
-...foste?
-Fui!
-Compraste?
-comprei!
-(sorriso maroto)...seu traste!
-(sorriso de cumplicidade)...eu sei...!
(risos e risos)
**
"Relíquias em putrefato estado de conservação (sujorge)"
Eu estou vestido com as roupas
e as armas de Jorge
Para que meus inimigos tenham dó
do meu cheirão de mendigo e não me batam
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legal suba!!!vc e seus versos!!!lalá e lú!!!
ResponderExcluirMusicável,Raul!
ResponderExcluirApesar da métrica livre a melopéia pesa bastante nesse seu poema...me intriga por isso. Analizá-lo-ei com mais cuidado espero, pois espero aprender alguma coisa com ele, principalmente com o trecho (se me permite re-estruturar seus dois versos em três):
"logo vou
nunca fico
são os modos de quem está mal"
Dois terceiros preparando pra um eneassílabo fechar a estrofe carrega essta última palavra, "mal", de um azedume desconcertante.
E vc procurou intencionalmente codificar as últimas palavras dos versos?
porque elas soam bem!, veja:
menos-mais
cedo-só
visto-medo-fico-maaaaaaal
legal!.."nadaexplicaficanóóóó" (já pensou em separar os dois primeiros versos da segunda estrofe numa pequena estrofe aa parte?)
Quanto ao conteúdo, não entendi muito bem.
faria a gentileza de dissertar acerca do porque escolheu postar como comentário para este meu poema em específico?(ou foi acaso?)
valeu lalárissa e lúciana, amigas de rowndonia!
ResponderExcluirtragam o matheusinho pra ler aqui quando ele for alfabetizado!
hu.ha!
beijos!
Raul,
ResponderExcluirnem você (autor) tinha visto?
Pois é:
se a crítica acadêmica é assim,
imagina a crítica laica!!
Por isso que eu amo!
e viva a brisa-humana!
é pique! é pique! é pique!
Ass.Subriserrádico