Esses besourozinhos
que aparecem no verão
e depois morrem sozinhos
E caem pelos cantos
Estes besourozinhos
e suas carcaçazinhas
Que ficam por aí;
Ninguém tem medo deles,
//Ninguém tem medo detes,
as meninas os pegam na mão;
//medrosinhos tes pegam na mão;
Ninguém tem nojo deles,
então se acumulam no chão
Mortos e vivos nos cantos
De barriga para cima,
eles nascem no verão
e não sabem se virar
De barriga para cima, eles nascem no verão e não sabem se virar;
Em decúbito dorsal
eles chegam no estival
e não fazem bem nem mal
Eles morrem comparáveis aos farelos
São tomados por poeira e são varridos
Feitos monte, recolhidos,
e pronto.
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Ce poème est splendide.
ResponderExcluirJe le remercie mon cher. Mais, pouvent tu soire une petit morceau le plus de detaillè?
ResponderExcluir(je ne parle pas française either... :])