segunda-feira, 26 de abril de 2021

 

Dá pra entender quando diz-se que: "A força do hábito é um componente inercial do livre-arbítrio"?
E que o lívre-arbítrio nem existe nem inexiste: é apenas um dos componentes?
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"MRU"

É fácil entender o MRU da inércia no vácuo.
Quando o movimento é literalmente movimento,
e o retilíneo é literalmente retilíneo...

Mas e o "MRU", entre aspas,
de cada tecido sociocultural? que não é reto: eclode na sucessão dos dias,
de eventos cíclicos,
nem periódicos?
até que algum darwinismo
lhe colida simbólico,
alguma entropia lhe debaste,
alguma eletroquímica lhe deposite afinidades?
O indivíduo derrubou o antigo regime,
a agora apenas principia, a refratar dolorosamente.

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