Quem me desmentir é porque não quer mamar na vaca!
Mas este genocida sempre foi referência de masculinidade.
E o que acontece quando um moleque covarde vira referência de masculinidade?
Fica evidente no título do artigo do JovemPanista Augusto Nunes, "Fiz o que qualquer homem faria".
O artigo, com tal título é a autodefesa do viril jornalhista após o infame episódio.
Profissional defensor do indefensável, os JovemPanistas contratualmente em seu mister, eclodem de manhã e tarde e noite no privilegiado espaço de alcançe nacional, seja para breve comentário ou extensivo programa, pra defender o indefensável.
E quando a Vaza-Jato tornou Sergio Moro indefensável, o interépido Augusto Nunes já não tinha o que dar nó em pingo d'água a semana toda de manhã de tarde e de noite.
Foi tão exaustivo que quando chegou no fim da semana já estava ele próprio convencido de que era razoável excitar todo o seu privilegiado espaço de radiodifusão pra mobilizar a opinião publica pela, ATENÇÃO, perda da guarda de seus filhos adotivos pelo jornalista do outro veículo que publicou a matéria.
Repetindo: no exercício de seu ofício de defender o seu indefensável Sérgio Moro a qualquer custo, o homem viril envolveu os filhos .. do jornalista.
Envolvendo crianças numa disputa inengendrável, literalmente covardia, o homem másculo ainda fez questão de não ser denominado covarde, desferindo um soco na cara do pai humilhado.
E como se já não estivesse tudo indiscutível, revistas e portais importantes começaram a semana dando espaço pro Augusto Nunes sorrir de terno e relógio em pulso, com o título "Fiz o que qualquer homem faria".
Hoje o Augusto Nunes tem a carreira cada vez mais sólida, o currículo cada vez mais cachorro grande, e o genocida ainda é referência de masculinidade.
Reparando isso, há quantos anos atrás já começamos a reclamar nossas reclamações antecipadamente, invevitavelmente vindo-nos a ser amordaçados por desaforos? E ainda nada de braço a torcer dos covardes.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2021
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