"Eu falo em Deus sempre, e muito.
Se tem cientista autista que não tem autonomia
pra entender metáforas... elas que lutem.
O mínimo que eu espero de um cientista,
é que tenha autonomia pra assimilar um papo obscurantista/exotérico,
e traduzir pra linguagem científica.
Que não seja escravo de um ideal estético que o obrigue a rejeitar algum lampejo de sabedoria envolto num matagal de lorota só porque que não foi pronunciado do único jeito que ele gosta e aceita.
Eu falo em Deus porque não dá pra cobrar o mesmo do elo mais fraco.
Impõe-se um gargalo, que é Deus, e por isso eu falo em termos de Deus e Bíblia sempre que possível"
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