quarta-feira, 17 de abril de 2019

Criança eu estava sei lá num churrasco, na presença da irmã de um ricasso aqui dos restaurantes, e ela contava....

Envorvido ele nos networkings, chamaram pra abrir 20 quiosques em cidades de praia lá.

Respondeu curto: "a comida é essa o cardápio é esse: se for assim eu tou dentro". fechado

Moral da história: ele nuca pisou nem vai pisar em nenhuma daquelas cidades, não perdeu nenhuma noite de sono estressado com isso, e é dono de 20 cozinhas e ganha uma fortuna além da fortuna.

Imagine agora uma faxineira que juntou 8, 12 anos pra abrir seu restaurantinho, sua lanchonete. Reformou a frente de casa, mas passa um apuro, meu deus, tem dia que não vem ninguém, semana que não vem ninguém, mês que não vem quase. Problema com fornecedor, geladeira perdeu um monte de comida, de cabelo, lesão no cotovelo por picar tantos kilos na faquinha...

Sendo então a faxineira e o magnata, pasme agora com a analogia inesperada que eu vou fazer: a faxineira representa o liberalismo, e o magnata, o estado.

Claro, o know-how , o conhecimento ancestral, o networking: DESNECESSÁRIO reinventar a roda em cada esquina, dar cabeçada com artes tão milenares como o comércio, transformar os autocuidados em produto. Há tanto mais a ser reinventado e redescoberto.

O Kim e o Arthurzinho vão dizer: a faxineira podia juntar mais 2 aninhos pra pagar uma consultoria, o que seria duplamente ótimo porque gera mercado para empresas de consultoria.

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