2016 o ano em que fiquei
quase tão bonito quanto uma mulher.
Ganhei uns quilos, uns de músculo,
de tratar da minha l.e.r., outros de
gordura-dos-quase-30 mesmo,
enfim,
o arremate que me sempre faltara no corpo
pra ficar quase tão bonito quanto uma mulher,
fazendo-se
menos
abstrata
a empatia
pela misteriosa malícia/pós-inogrância/sensação/certeza/dúvida
de que as solicitudes sinceras que se aproximam de mim
têm um boost de vontade de me comer
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