quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

"Meu primeiro poema quântico"



"Meu primeiro poema quântico"

Googam-se águas parando em pé
mediante Hertz sonoros, Googe a ver...

Seu quarto é assim
ao apagar da luz, desaparece
seu quarto e nosso mundo, acontece
que a luz nunca se apaga:
o fiat lux não desfiat-se:
existimos sustentos entre
raios estelares irrebativeis.

No primeiro mundo tem sala
acústica visitável
ondefato som nenhum
mano escuta o próprio sangue
retumbam atritos próprios
retumbam atritos íntimos
retumbam atritos micros
a ficar-se louca.

Ficam fanáticos os crentes
que aprendem abraçárvores em silêncio
que pedem licença pras plantas em voz alta
que entendem o uno
e o não-tempo, e o presente.



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