Poemas de lirismo duvidoso e qualidade discutível...
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
“Chá de fita”
Eu, quando fizer sessenta anos, Vou tomar um chá de fita Vou pro meio da floresta Pra morar com os gnomos.
Dizem que é mor sujo E que não volta nunca mais Mas é disso que eu preciso Se eu fizer sessenta anos Que não voltam, que não voltam, Que não voltam nunca mais.
Este é o meu simulador de realidades não-convencionais. Um registro de impressões não-líricas, ou, de certa forma, líricas também.
** Publico-os aqui na proposição de que os eventuais leitores se sintam convidados a postar todas as interpretações possíveis que lhes ocorram durante as eventuais leituras. **
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